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Redação Bonde
Comemorado no dia 31 de julho, o Dia Mundial do Orgasmo pode ser um grande martírio para as mulheres que sofrem de disfunções que comprometem o chamado "clímax" do ato sexual. Para o vice-presidente da Região Sudeste da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Hugo Miyahira, o tema deve ser visto sobre as óticas fisiológica e funcional. O médico ressalta que a mulher deve vencer a vergonha e procurar o ginecologista, que poderá ajudá-la a identificar a origem do problema. 

Até 29,3% das brasileiras com mais de 18 anos sofrem com disfunção orgásmica e 34,6% com a falta de desejo sexual, revela o Estudo do Comportamento Sexual (Ecos), conduzido pelo Projeto Sexualidade (ProSex) da Universidade de São Paulo. Para Gerson Pereira Lopes, presidente da Comissão Nacional Especializada em Sexualidade da Febrasgo, os fatores psicológicos são preponderantes e dentre eles estão a falta de diálogo sobre sexualidade, experiências traumáticas, desentendimentos com o parceiro ou mesmo a religião. Já o fator fisiológico mais comum decorre do uso de drogas e medicamentos, como os inibidores de apetite e antidepressivos, que retardam a ação do sistema nervoso central. Disfunção hormonal ou má formação congênita da região genital, também figuram entre as causas orgânicas.

Distúrbios podem ser revertidos

De acordo com Hugo Miyahira, de 15 a 30% das mulheres são afetadas pela anorgasmia, disfunção, que pode ser absoluta ou situacional, e bloqueia o orgasmo. "A mulher sente desejo, mas não completa o ciclo da resposta sexual", esclarece. O médico explica ainda que dentre os fatores fisiológicos que podem resultar no quadro estão acidentes que atingem a medula, alterações hormonais e anormalidades no formato da vagina, útero ou músculos da região genital. "Mas todos estes problemas são reversíveis com encaminhamento adequado", acrescenta.

Já as mulheres com o transtorno do desejo sexual hipoativo, mais conhecido como frigidez, sofrem com a diminuição da libido. Sem desejo, há comprometimento da lubrificação, o que torna a relação ainda mais desprazerosa. "O problema costuma aparecer na menopausa e pode ser revertido com a reposição hormonal", ressalta Miyahira.

Reprodução


Outra disfunção é a dispareunia, que se caracteriza pela dor genital durante ou após o coito. Ela pode ser causada por infecções na vulva, herpes genital e outras DSTs, cistites, endometriose e tumores pélvicos.

O problema que mais leva as mulheres aos consultórios é o vaginismo, apesar de não ser o distúrbio mais comum — afeta de 2% a 6% da população. Trata-se de um espasmo involuntário recorrente que contrai a vagina. "Nessas condições é quase impossível haver a penetração, mas, quando acontece, provoca uma dor insuportável", revela Hugo Miyahira. Contudo, as mulheres chegam a esperar de cinco a dez anos para procurar ajuda. "Quanto mais tempo demoram, mais difícil
pode ser o tratamento. Muitas chegam com quadro de depressão", completa. As principais causas do vaginismo são: infecção pélvica, cicatrizes no orifício vaginal, lesão por cirurgia ou irritação devido ao uso de preservativos de látex, ducha íntima e espermicidas, além de fatores emocionais.

"Por estes motivos a mulher não pode pensar que a causa da falta de orgasmo seja apenas psicológica e dispensar a ajuda médica. O ginecologista verificará se é uma patologia ou algo emocional e dará o encaminhamento correto, muitas das vezes multidisciplinar", enfatiza Miyahira. "Os tratamentos costumam ser breves e eficazes", acrescenta Gerson Lopes.

Os médicos fazem coro ao afirmar que conhecer o próprio corpo é o melhor caminho para chegar ao orgasmo ou perceber que há algo de errado com a sexualidade. Mas, de acordo com dados do Ecos, 92,1% das brasileiras não se masturbam frequentemente. Gerson Lopes enfatiza que "a mulher que se toca, sabe como sentir prazer e não fica tensa na hora da relação. Além disso, ela consegue identificar disfunções sexuais com mais facilidade".

A ditadura do orgasmo 

"Satisfação não é sinônimo de orgasmo; em uma relação sexual há outras formas de prazer", alerta o presidente da Comissão de Sexologia da Febrasgo. Gerson Lopes explica ainda que a ansiedade gerada por esta obrigação é uma das maiores causas de bloqueio, pois a adrenalina liberada pelo corpo fecha as artérias comprometendo o relaxamento. Além disso, chegar perto de ter um orgasmo, mas não conseguir alcançá-lo, pode gerar dor pélvica crônica.

"Hoje, a sociedade impõe a ‘orgasmocracia’, ou seja, a obrigação de ter um orgasmo", diz. "Esta situação leva muitas mulheres a fingirem, o que as deixa ainda mais frustradas. Tão opressor quanto não conseguir ‘gozar’, é se sentir obrigado a fazê-lo", defende o médico. 

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