Estudo aponta que é possível descobrir sexo do bebê antes mesmo da gravidez




Estudo aponta que é possível descobrir sexo do bebê antes mesmo da gravidez
Por iG Delas | 20/01/2017

De acordo com o estudo, é possível descobrir qual o sexo do bebê 26 semanas antes da concepção
De acordo com o estudo, é possível descobrir qual o sexo do bebê 26 semanas antes da concepção

Cientistas afirmam que é possível indicar o sexo do bebê seis meses antes da concepção. Entenda como a técnica funciona

Assim que uma gravidez é anunciada, uma das maiores expectativas dos famíliares é saber qual o sexo do bebê. Agora, segundo um estudo do Hospital Mount Sinai, no Canadá, é possível se descobrir se será um menino ou uma menina muitas semanas antes que a gestação aconteça de fato. Sim, isso mesmo! De acordo com a pesquisa, daria para prever o sexo da criança antes mesmo dela ser concebida. 

Como?

O  estudo , que foi publicado no jornal científico "American Journal of Hypertension", aponta que a pressão sanguínea da mulher 26 semanas (6 meses) antes da concepção pode ser um indicativo do sexo do bebê. De acordo com os cientistas, a pressão maior indica menino e, mais baixa, menina. Então, segundo eles, antes mesmo de engravidar é possível ter um indício do sexo da criança. 
"A pressão antes da gestação é um fator associado à probabilidade de ter menino ou menina, o que antes era desconhecido pela ciência”, afirma um dos pesquisadores responsáveis pelo trabalho, Ravi Retnakaran, ao jornal britânico "The Telegraph". 
De acordo com Retnakaran, a pesquisa sugere que a pressão sanguínea baixa indica que a fisiologia da mulher é menos favorável à sobrevivência de um menino. Por sua vez, a pressão mais alta, é menos favorável para que uma menina sobreviva. 

Metodologia da pesquisa

Os pesquisadores chegaram a esse reultado enquanto tentavam apontar fatores que resultavam na média atual de meninos e meninas na população. Para chegar às conclusões finais da pesquisa, os cientistas analisaram durante meses mais de 1400 mulheres. Todas eram moravam na China, eram recém-casadas e estavam tentando ficar grávidas. Durante a análise, eles verificaram a pressão arterial de cada uma das mulheres cerca de 26 semanas antes da concepção e acompanharam os valores durante os nove meses de gravidez. 
Retnakaran  também comenta sobre  quais as possíveis consequências e impactos desse novo estudo. “Essa nova compreensão pode ter implicações tanto para o planejamento reprodutivo quanto em nossa compreensão dos mecanismos fundamentais subjacente à relação de gênero entre os seres humanos", explica. 




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