Rua no Jardim das Paineiras é retrato do abandono do governo Belkis



Rua no Jardim das Paineiras é retrato do abandono do governo Belkis


Trecho de 100 metros da rua Sebastião Simão de Souza, no Jardim das Paineiras, é o retrato do abandono que a cidade de Ourinhos foi submetido ao longo dos últimos quatro anos, na gestão de Belkis Fernandes.
Sem asfalto ou calçada, a rua foi tomada pelo mato que em algumas partes atinge mais de um metro de altura.
Como a administração anterior não implantou rede de galerias no bairro, as chuvas abrem crateras na lateral da via, deixando um rastro de lama. A situação ainda é pior. O trecho de 100 metros praticamente intransponível é o caminho que leva até a passarela que passa por cima da BR-153 ligando ao bairro Santos Dumont.


O dispositivo é utilizado diariamente por crianças que estudam nos períodos da manhã, tarde e noite, na escola Estadual José Pascoalick, no Jardim das Paineiras.
“Agora que vai acabar o horário de verão, muitos alunos terão que passar nessa rua à noite”, diz o aposentado Benedito Tavares, 67, morador do bairro há 20 anos. Devido à iluminação precária do trecho, a segurança é uma preocupação constante dos moradores. “Depois das sete da noite não tem como passar aqui, malandros ficam em cima da passarela”, diz.
Ele revela que o problema do mato e a falta de asfalto é antigo e que o projeto para a construção de uma creche e área verde em terreno anexo à rua nunca foi executado pela antiga administração. Fizeram o meio fio da rua que está escondido no meio do mato. É difícil viver no meio de bichos, cobras, de vez em quando a gente acha escorpião aqui. A passarela tem um ano e pouco, mas o asfalto não foi feito”, afirma.
Na manhã desta sexta-feira (27) o motorista Reginaldo Luz de Oliveira, 36, caminhava com os dois filhos pelo bairro e, por curiosidade, decidiu caminhar pela rua até a passarela.

“É uma aventura passar por aqui, muito perigoso e pelo tamanho do mato nota-se que há muito tempo não é roçado. Nas condições que essa rua está, é perigoso usar a passarela. Esse problema é simples e já devia ter sido solucionado nas gestões anteriores”, declara Reginaldo.

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