Startup curitibana que oferece energia solar por assinatura busca investidores



Startup curitibana que oferece energia solar por assinatura busca investidores


O serviço pioneiro já está disponível na capital paranaense, com planos a partir de R$ 19,90, e agora busca investidores para expandir para outras regiões do país

CURITIBA, 09/02/2017 – Desde 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) garante a possibilidade de micro e minigeração doméstica de energia por meio da resolução normativa nº 482. Ou seja, ela permite que o consumidor instale pequenos geradores, tais como painéis solares ou microturbinas eólicas, em suas residências ou comércio. Considerando que no atual sistema de energia elétrica os consumidores são totalmente dependentes das distribuidoras locais, que são as responsáveis por todo o processo de compra e instalação, a oportunidade de gerar sua própria eletricidade pode significar uma considerável redução no valor da fatura.

Uma das alternativas mais viáveis é a geração de energia por meio de painéis solares fotovoltaicos instalados nos telhados das residências. A tecnologia funciona absorvendo a luz do sol e convertendo em eletricidade, porém, embora o retorno seja garantido os custos para compra e instalação dos mecanismos são altos. Este impasse foi o estímulo encontrado pela startup curitibana Renova Green para criar o seu recém-lançado modelo de negócio, premiado na 10ª edição do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável como o melhor projeto de “Empreendedorismo Ambiental” de empresas brasileiras de micro e pequeno porte.


Inspirados pelo case de sucesso da empresa norte americana Solar City, maior instaladora de painéis fotovoltaicos dos Estados Unidos, a startup decidiu operacionalizar a geração de energia solar doméstica no Brasil, que gera em média uma economia de mais de R$ 40,00 por mês na conta de luz. Ao invés de vender e instalar os equipamentos, eles optaram pela comercialização do serviço e adotaram um sistema similar aos planos de TV por assinatura, no qual o equipamento fica na casa do cliente em comodato, com planos comerciais e residenciais a partir de R$ 19,90 (taxa de instalação: R$ 199,00).


Apoiados pela aceleradora ISAE Business, programa do ISAE – Escola de Negócios, de Curitiba, busca investidores para expandir seu negócio e atender todo o Brasil. Para Reinaldo Cardoso, um dos fundadores da startup, a tecnologia tem um grande potencial de expansão. “De acordo com a ANEEL, até 2.024 teremos mais 1.2 milhões de sistemas fotovoltaicos instalados em telhados por todo o Brasil. Temos certeza que os brasileiros irão abraçar essa causa assim que conhecerem o nosso sistema”, detalha.

Segundo o idealizador do projeto, que hoje já conta com 10 usuários na cidade de Curitiba, em um país que apesar de possuir um dos maiores potenciais de energia solar do planeta, gera quase toda sua eletricidade por meio das usinas hidrelétricas, a iniciativa representa uma transformação no setor. “Além de disponibilizar uma fonte com menor impacto ambiental oferece melhor custo/benefício para o consumidor”, completa Cardoso.
Startup curitibana que oferece energia solar por assinatura busca investidores


O serviço pioneiro já está disponível na capital paranaense, com planos a partir de R$ 19,90, e agora busca investidores para expandir para outras regiões do país

CURITIBA, 09/02/2017 – Desde 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) garante a possibilidade de micro e minigeração doméstica de energia por meio da resolução normativa nº 482. Ou seja, ela permite que o consumidor instale pequenos geradores, tais como painéis solares ou microturbinas eólicas, em suas residências ou comércio. Considerando que no atual sistema de energia elétrica os consumidores são totalmente dependentes das distribuidoras locais, que são as responsáveis por todo o processo de compra e instalação, a oportunidade de gerar sua própria eletricidade pode significar uma considerável redução no valor da fatura.

Uma das alternativas mais viáveis é a geração de energia por meio de painéis solares fotovoltaicos instalados nos telhados das residências. A tecnologia funciona absorvendo a luz do sol e convertendo em eletricidade, porém, embora o retorno seja garantido os custos para compra e instalação dos mecanismos são altos. Este impasse foi o estímulo encontrado pela startup curitibana Renova Green para criar o seu recém-lançado modelo de negócio, premiado na 10ª edição do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável como o melhor projeto de “Empreendedorismo Ambiental” de empresas brasileiras de micro e pequeno porte.


Inspirados pelo case de sucesso da empresa norte americana Solar City, maior instaladora de painéis fotovoltaicos dos Estados Unidos, a startup decidiu operacionalizar a geração de energia solar doméstica no Brasil, que gera em média uma economia de mais de R$ 40,00 por mês na conta de luz. Ao invés de vender e instalar os equipamentos, eles optaram pela comercialização do serviço e adotaram um sistema similar aos planos de TV por assinatura, no qual o equipamento fica na casa do cliente em comodato, com planos comerciais e residenciais a partir de R$ 19,90 (taxa de instalação: R$ 199,00).


Apoiados pela aceleradora ISAE Business, programa do ISAE – Escola de Negócios, de Curitiba, busca investidores para expandir seu negócio e atender todo o Brasil. Para Reinaldo Cardoso, um dos fundadores da startup, a tecnologia tem um grande potencial de expansão. “De acordo com a ANEEL, até 2.024 teremos mais 1.2 milhões de sistemas fotovoltaicos instalados em telhados por todo o Brasil. Temos certeza que os brasileiros irão abraçar essa causa assim que conhecerem o nosso sistema”, detalha.

Segundo o idealizador do projeto, que hoje já conta com 10 usuários na cidade de Curitiba, em um país que apesar de possuir um dos maiores potenciais de energia solar do planeta, gera quase toda sua eletricidade por meio das usinas hidrelétricas, a iniciativa representa uma transformação no setor. “Além de disponibilizar uma fonte com menor impacto ambiental oferece melhor custo/benefício para o consumidor”, completa Cardoso.


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