Remédios de alto custo, de responsabilidade do Estado, devem ser entregues até dia 23



Remédios de alto custo, de responsabilidade do Estado, devem ser entregues até dia 23


         Os medicamentos de alto custo, com distribuição de responsabilidade do Governo do Estado, têm previsão de entrega dia 23 de março, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde. A prefeitura de Ourinhos tem cobrado agilidade do Estado para repor os remédios em falta nos postos de saúde, principalmente o Alenia, indicado para asma e o Risperidona, um antipsicótico. A chefe de assistência farmacêutica, Priscila Mario Domingues explica que assim que os medicamentos de alto custo são enviados pelo governo, o município repassa para as unidades de saúde.
“Entramos em contato com a Secretaria Estadual de Saúde para solicitar os medicamentos, informamos a falta deles, e tivemos o retorno que até a próxima quinta-feira, dia 23, eles já terão enviados para Assis e de lá farão a entrega em toda a região”, informa Priscila, ressaltando que os medicamentos deixaram de ser entregues em mais de 25 municípios da região.
         Quanto aos remédios de responsabilidade da prefeitura, praticamente 90% foram distribuídos e a população já pode fazer a retirada. São mais de 150 tipos de medicamentos na farmácia e postos de saúde. Faltam apenas chegar Sinvastatina (pressão), Omeprazol (estômago) e Ácido Fólico (vitamina), entre outros remédios de uso social que têm previsão para chegar até dia 7 de abril.
         “Algumas empresas que fornecem os medicamentos não respeitaram o prazo de entrega e tiveram medicamentos com atrasos, mas a maioria deles já está nos postos”, diz Priscila.        
Ela ressalta que a demanda por medicamentos tem sido muito grande e os servidores têm se organizado para, toda semana, listar as necessidades de cada posto.
“Os responsáveis pelas unidades de saúde enviam uma lista com os remédios que precisam ser repostos. Temos recebido e enviado medicamentos todos os dias. Essa é a maneira que temos enfrentado a alta demanda que existe devido aos meses que ficaram com prateleiras vazias”, esclarece a chefe de assistência farmacêutica, se referindo ao abandono que o setor da saúde foi submetido pela gestão passada.


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