OURINHOS É ISSO, ONDE A IMPUNIDADE FALA MAIS ALTO!



OURINHOS É ISSO, ONDE A IMPUNIDADE FALA MAIS ALTO!



Embora nas mãos da "Justiça" e da "Câmara Municipal", ninguém sabe o que está acontecendo além de que tudo continua como sempre foi, sem licitação no transporte público, concessões indefinidas, envolvidos tranquilos e impunes, onde tudo pode contra os interesses públicos.
Câmara Municipal, Ministério Público, TCE, Prefeitura, empresa CCO/AVOA, Polícia e demais órgãos envolvidos, completamente silentes.
Supostamente vereadores e ex-vereadores, entre outros, também extorquiram a empresa de transporte coletivo para que esta continuasse a prestar os serviços, porém ninguém é citado, ninguém abre a boca e também não são "convidados" a uma COLABORAÇÃO PREMIADA que poderia elucidar os fatos, quem sabe? 

Alguém se habilita a responder isso???
Leia a matéria abaixo, do G1, e entenda o que acontece em Ourinhos...

Prefeitura de SP gastou mais de R$ 2,5 bilhões em contratos de emergência para ônibus, diz TCM

Ônibus da capital paulista circulam sem licitação desde 2002. TCM suspendeu licitação do sistema de transporte urbano após apontar irregularidades.

A Prefeitura de São Paulo gastou mais de R$ 2,5 bilhões em contratos emergenciais para o transporte público enquanto a licitação para o novo sistema está parada, segundo cálculos do Tribunal de Contas do Município.

Os últimos contratos foram feitos em 2002 e venceram em 2013. Desde então, a Prefeitura vem fazendo os chamados contratos emergenciais.

O sistema de transporte público é dividido em oito áreas na cidade e todas estão com contratos de emergência.

O atual secretário de Transportes, Sérgio Avelleda, disse que está revisando o edital e vai divulgar um novo documento em maio.

Os passageiros que usam os ônibus da capital reclamam de superlotação, atraso, falta de limpeza e calor. Essas queixas poderiam ter sido resolvidas se a nova licitação das empresas que operam o sistema de transporte público tivesse sido concluída. O edital foi lançado em outubro de 2015 e foi suspenso após o TCM apontar irregularidades.

Os conselheiros apontaram que os custos estavam superestimados e não justificam o prazo de concessão por 20 anos.

Atualmente, 40% das empresas que operam o sistema de transporte da capital estão com contratos emergenciais que se encerram no mês de julho.



Movimentação de ônibus no Terminal Bandeira, no centro de São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.