Homem escravizava sexualmente seis irmãs, após pagar dívidas da família delas




Homem escravizava sexualmente seis irmãs, após pagar dívidas da família delas

Extra
Lee Kaplan foi preso por estupro e exploração infantil

Um homem foi condenado por manter seis irmãs, de 9 a 19 anos de idade, como escravas sexuais em sua casa depois que elas foram entregues a ele pelos próprios pais. A polícia encontrou Lee Kaplan, de 51 anos, morando com as jovens na Pensilvânia, nos Estados Unidos. De acordo com procuradores responsáveis pelo caso, as irmãs foram entregues a Lee depois que ele ajudou financeiramente a família, pagando dívidas.

O homem estuprou diversas vezes todas as meninas. Uma das mais velhas, de 18 anos, teve duas filhas dele. O pai das jovens, Amish Daniel, também entregou a própria mulher, Savilla Stoltzfus, a Lee, "na esperança de fortalecer a linhagem da família". Amish e Savilla foram também presos e admitiram exploração infantil.

O pai das jovens, Amish Daniel

O casal confessou que sabia que Kaplan estava fazendo sexo com as adolescentes e até "pesquisou a legalidade do acordo na internet", disse a polícia. Kaplan negou as 17 acusações, incluindo estupro infantil, agressão sexual e agressão indecente e foi condenado por um júri nesta terça-feira.

Savilla Stoltzfus, mãe das adolescentes

Durante o julgamento, todas as garotas deram provas sobre a vida que levavam como reféns de Kaplan, que se descreveu como um profeta de Deus. Elas afirmaram que eram raramente autorizadas a sair da casa e que eram obrigadas a passar os dias fazendo colheitas no jardim e sendo "educadas em casa" por Kaplan.
A polícia descobriu o crime após um vizinho de Kaplan denunciar o cárcere privado das jovens. Segundo ele, a casa parecia estranha.
"Minha intuição me dizia que havia algo errado naquela casa. Não havia razão para que este homem tivesse essa quantidade de filhas, todas sempre vestidas de azul, nunca fora da casa regularmente, parecendo tão assustadas", contou ao jornal "Mirror".
O advogado da Kaplan, Ryan Hyde, disse que continua a negar as ofensas e analisará as opções de recurso.
Do EXTRA

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