LIBERAR AS DROGAS É DESTRUIR A FAMÍLIA E ASSASSINAR O FUTURO DA JUVENTUDE



LIBERAR AS DROGAS É DESTRUIR A FAMÍLIA E ASSASSINAR O FUTURO DA JUVENTUDE


Campos Machado (*)
Nos últimos dias, temos visto que o problema das drogas tem assolado todo o país e, na Baixada Santista, conforme noticiado pelo Diário do Litoral, houve apreensões e prisões por tentativas de tráfico. Em abril passado, por exemplo, chegou-se a encontrar em apenas um contêiner mais de meia tonelada de cocaína no Porto de Santos.
Cito esse triste cenário não só para reafirmar postura combativa à liberação das drogas, que atualmente exerço através da Frente Nacional Contra a Liberação da Maconha e da Cocaína, mas também para destacar minha perplexidade em relação a alguns setores e ativistas pró-liberalização das drogas.
Alguns grandes veículos têm dado espaço para supostos "especialistas", que ousam afirmar que de 80% a 90% dos usuários de crack e heroína não são viciados. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Roberto Barroso, extrapolando competências, tem militado ativamente pela descriminalização das drogas. Seu “argumento” - sem apresentar nenhum estudo, é que a liberação da maconha, com certeza, vai acabar com o tráfico. E vai além: defende, a posteriori, a liberação da cocaína.
Todos sabem que maconha pode, sim, gerar dependência e que ela traz prejuízos permanentes ao cérebro. Sem contar que tal droga contém um psicoativo danoso a quem tem propensão a transtornos mentais, como é o caso da esquizofrenia. Imaginem o dano social se personalidades e autoridades continuarem incentivando seu consumo, sua liberalização? Imaginem o quanto isso pode servir como porta aberta para outras drogas?
Dados da OMS apontam que as drogas já são responsáveis por mais de 500 mil mortes a cada ano, e apontam que, nos últimos anos, houve aumento do consumo de cocaína entre jovens brasileiros.
Enfim, enquanto as drogas levam os nossos jovens e destroem as famílias, há ainda aqueles que apagam fogo com gasolina e defendem sua liberação. Sobra retórica por parte dos tais ativistas, mas faltam argumentos, consistência e responsabilidade. A aparente ingenuidade ativista serve como luva aos que desejam explorar o triste estado de dependência química e promover o caos.

(*) Campos Machado é deputado estadual, presidente do PTB-SP e secretário-Geral da Executiva Nacional do partido e coordenador da Frente Nacional Contra a Liberação da Maconha e da Cocaína.

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