Veneno de vespa na guerra contra superbactérias



Veneno de vespa na guerra contra superbactérias
Pesquisadoras da Unesp assinam artigo em revista internacional
22/08/2017
Vespa Polybia dimorpha, que produz a molécula que pode vir a ser um poderoso antibiótico
Cientistas brasileiros estão olhando com carinho para a vespa Polybia dimorpha, que habita o cerrado brasileiro. Na receita do veneno do inseto há um ingrediente que pode estar parte da resposta para um dos problemas mais importantes de saúde global: a guerra contra as superbactérias.

Quando entra em contato com a célula bacteriana, esse ingrediente –um peptídeo, molécula que pode ser sintetizada quimicamente– fura a parede celular, causando dano estrutural grande o suficiente para matar os micróbios.

Sabendo desse potencial, pesquisadores do Instituto Butantan, da UnB e da Unesp resolveram investigar se o peptídeo –batizadao de polydim-1, em homenagem à vespa– seria eficaz contra bactérias resistentes a múltiplos antibióticos.

Assinam o artigo pela Unesp as pesquisadoras do Laboratório de Estudos em Peptideos do Departamento de Química e Ciências Ambientais do Câmpus de São José do Rio Preto: a doutoranda Danubia Batista Martins e a professora Marcia Perez dos Santos Cabrera, responsável pelo Laboratório.



Contatos:
Marcia Perez dos Santos Cabrera
cabrera.marcia@gmail.com
marciap@ibilce.unesp.br


Laboratório de Estudos em Peptideos
Departamento de Química e Ciências Ambientais 
Unesp de São José do Rio Preto
17-3221-2289

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