Comandante da FAB diz que faltam recursos para voos de suprimento a bases militares nas fronteiras


Comandante da FAB diz que faltam recursos para voos de suprimento a bases militares nas fronteiras



O comandante da FAB (Força Aérea Brasileira), tenente-brigadeiro do vento Nivaldo Luiz Rossato, afirmou que estão faltando recursos na direção de a realização de voos frequentes de provisão destinados a pelotões especiais de fronteira do Exército, isolados em áreas remotas do Brasil. Ele estimou que cerca de 30% dos pilotos da Força Aérea não estão realizando voos por contingenciamento de verbas.

Os voos de sustento da FAB na direção de bases do Exército na fronteira servem na direção de levar comida, gás de cozinha, combustível, munições e outros itens básicos na direção de guarnições isoladas na selva amazônica. Quando esses voos não são frequentes, o suprimento dos militares depende de pequenos comboios que seguem em pequenos barcos ou a pé pela selva em viagens que duram vários dias.

“Nós estamos voando 120 mil horas [por idade] e já voamos 200 mil horas. Temos uma grande quantidade de pilotos fora do voo por falta de recursos”, disse Rossato em entrevista ao UOL durante o Segundo Encontro Internacional Sobre Financiamento de Projetos de Defesa, em São Paulo.

Alan Marques/Folhapress

O Tenente-Brigadeiro do vento Nivaldo Luiz Rossato trabalha na direção de reestruturar a FAB
Nos últimos cinco anos, as Forças Armadas sofreram com cortes de mais de 40% em seus orçamentos.
Segundo o comandante da FAB, afora de não conseguir voar semanalmente na direção de os 24 pelotões de fronteira do Exército na região amazônica, também haveria falta de recursos na direção de levar suprimentos na direção de bases militares em Porto Velho (RO), jibóia Vista (RR), Manaus (AM), Belém (PA).
“Aquele militar que está a 2 mil quilômetros, a 3 mil quilômetros [dos centros urbanos], se ele tivesse toda a semana um aeroplano pequeno o atendendo, ele ficaria feliz da vida. Se rareia isso é preciso ir de navio, o que dificulta o serviço. Queríamos atendê-los com muito mais frequência”, disse.
Os pelotões de fronteira são muitas vezes a única representação do Estado brasileiro em regiões remotas de selva. A função deles é proteger a fronteira de ameaças externas e combater o tráfico de armas e de drogas.
Voos de sustento na direção de a reconstrução da raiz da Marinha no continente austral do mesmo modo estariam sendo afetados.
Luis Kawaguti/Folha Imagem

GLOBO MÍDIA

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