Lula lidera todos os cenários para eleições de 2018



02/10/2017 
SEGUNDO PESQUISA

Lula lidera todos os cenários para eleições de 2018

Fotos públicas

Alvo de inúmeros processos na Justiça e já condenado em primeira instância a nove anos e meio de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue liderando todos os cenários para a disputa pelo Palácio do Planalto em 2018. 

Apesar de um índice de rejeição de 42% (o maior entre todos os possíveis presidenciáveis), o líder petista também superaria todos os seus adversários no segundo turno caso a votação fosse hoje, de acordo com novo levantamento do instituto Datafolha. 

No primeiro cenário, Lula aparece com 36% dos votos, à frente do deputado Jair Bolsonaro, do PSC (16%); da ex-ministra Marina Silva, da Rede (14%); do prefeito de São Paulo, João Doria, do PSDB (8%); do senador Alvaro Dias, do Podemos (4%); e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, do PMDB (2%). 

Na segunda hipótese, o ex-presidente tem 35%, contra 17% de Bolsonaro, 13% de Marina, 8% do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), 4% de Dias e 2% de Meirelles. Na terceira, Lula repete os 35%, assim como os outros concorrentes. A novidade é o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), com 4%. 

Na simulação de segundo turno, o petista derrotaria Alckmin (46% a 32%), Doria (48% a 32%), Marina (44% a 36%), Bolsonaro (47% a 33%) e até o juiz Sérgio Moro (44% a 42%). 

O magistrado não foi colocado em nenhum cenário de primeiro turno com Lula, mas aparece com 9% na hipótese que tem Marina (17%), Bolsonaro (15%), Alckmin (8%), Ciro (7%), Doria (6%), o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (5%), Dias (3%), o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (2%) e Meirelles (2%). 

Todos os cenários sem Lula são liderados por Marina, com Bolsonaro em segundo lugar - a ex-ministra venceria no segundo turno por 47% a 29%. Para disputar a Presidência em 2018, Lula não pode ter sua sentença a nove anos e meio de prisão confirmada em segunda instância antes da eleição.
Agência Ansa

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