Segurança Pública aqui e ali abandonada diante da corrupção imposta à sociedade


Segurança Pública aqui e ali abandonada diante da corrupção imposta à sociedade

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Segundo o pensamento de um amigo, profissional da área com muita experiência desde que dedicou sua vida a segurança pública de forma ética, com muita seriedade e que, com inteligência bastante para analisar situações de conflito como a que vivemos atualmente no país, que humanamente tece comentários sobre o que, de um lado, pessoas "acham" que as polícias e até mesmo o exército devem intervir na sociedade brasileira para colocar um basta na corrupção institucionalizada criada por políticos e também polícias, militares, empresários e outros não menos canalhas no poder, onde a população está praticamente escravizada aos devaneios e interesses particulares desses que dizem "nos representar", representar toda a nação, nos estados, nos municípios, em uma bem direcionada quadrilha que sangra o país, o povo, como verdadeiros sanguessugas, dizendo-se legalmente instalados no poder, protegidos pelas leis, pela Constituição e pela "vontade do povo", um "megalodevaneio" apontado pelas quadrilhas institucionalizadas como desculpa para manipular a massa e garantir a continuidade dessa catástrofe que atingiu mortalmente o Brasil. 


Resultado de imagem para justiçaDe outro lado está a razão, a saída honrosa para a colocação de uma tentativa de basta à situação criminosa implantada, imposta ao povo, neste caso em específico, a Segurança Pública de forma genérica aplicada atualmente, o que não justifica a implantação do militarismo querido por alguns, mas como já dito anteriormente, a análise concreta, humana, para implantação de uma segurança pública uniforme, indiscriminada, para todos, que para isso não se admite parcialidade entre o militarismo e a gestão civil e democrática, pois não há temer um governo civil sério e imparcial e sim uma ditadura, tanto fazendo se direita ou esquerda, então, quanto menos envolvimento militar na política e decisões, melhor, pois acreditamos que o militar e as polícias estão para servir a nação, os estados e os municípios na questão da proteção, da ordem e respeito, não na imposição de métodos de organização com os quais já tivemos experiência suficientemente amarga na história. 

Vejamos então este breve comentário do amigo citado, que não se identifica aqui por questão de conforto pessoal apenas: "Tem muita gente que pensa segurança pública como sendo a PM descendo a paulada em bandido (desde que não seja parente, é claro), mas não se resume apenas em ser duro na repressão, em prender quem comete crimes. É claro que isso faz parte, respeitando-se os limites da legalidade, obviamente. É preciso entender e atacar outros pontos tão importantes quanto, como prevenir o surgimento de "novos criminosos", daí a importância da educação, assistência social, saúde, lazer, empregos. É preciso entender a questão da aplicação das leis, melhorando-as se possível, para que aqueles que vierem a cometer delitos (na vida civil ou política) sejam efetivamente punidos com os rigores da lei (indiscriminadamente, sem foro privilegiado), desestimulando àqueles que pensam em cometer crimes, por isso a importância da Polícia Civil na investigação, elucidação e apontamento dos autores de crimes, do Ministério Público e da Justiça no processo desses criminosos e na sua condenação."


Resultado de imagem para justiçaÉ certo, inclusive, que a demora Judiciária nas conclusões e execução de sentenças condenatórias seja mais um recurso para a impunidade que ocorre livremente no país, estimulando o crime em todos os patamares e em especial aos crimes políticos (não basta o Estado combater os criminosos da rua, ladrões e traficantes, e não se "autopoliciar", combater seus próprios crimes)  ou exercidos atualmente com banalidade na locupletação pessoal e dilapidação do patrimônio público.

Caminha a nação para um denominador comum em direção a Justiça? Pode ser, ainda existem pessoas honestas, mas muita gente desonesta ainda reluta criando artifícios para sua proteção pessoal no cometimento de crimes, favorecimentos pessoais, enriquecimento ilícito e poder, ou seja, com isso não só a Segurança Pública comentada, mas todos os setores atingidos de forma criminosa possuem meios de continuar a corrupção, os roubos, a dilapidação do patrimônio público, sem muita interferência da Justiça propriamente dita, carecendo obviamente de reflexão na instalação de redutores de criminalidade para que não atinja o social, a primazia da qualidade de vida do ser humano, do brasileiro, do paulista, do ourinhense.

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