O país dos impossíveis



O país dos impossíveis
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O procurador é culpado porque acusa.
O acusado aceita a denúncia, mas quer responder somente depois.
Aquele que, até provem contrário, cometeu um crime levando dinheiro para casa, quer saber quem o denunciou, e como a polícia descobriu que tinha dinheiro em casa, como se a função da polícia não fosse descobrir o butim dos ladrões.
Uma ministra, negra e da área de direitos humanos, debocha do trabalho escravo. Imaginem se o comentário fosse de uma ministra claramente "herdeira".
O país se espanta porque o vice pede dinheiro para o presidente de uma entidade nacional. É a falta do conhecimento histórico do país. Só pede dinheiro porque estava cansado de, há mais de 30 anos, pagar a seu funcionário. Achou por bem que o povo agora deveria pagar com dinheiro público. 
Aquele que, até provem contrário, cometeu um crime levando dinheiro para casa, quer saber quem o denunciou, e como a polícia descobriu que tinha dinheiro em casa
Aquele que, até provem contrário, cometeu um crime levando dinheiro para casa, quer saber quem o denunciou, e como a polícia descobriu que tinha dinheiro em casa
O ministro do STF diz que um juiz errou com um réu. Réu contra quem este mesmo juiz já aplicou sentença de mais de 50 anos de prisão. Seria melhor então soltar o réu. "Afinal, quem erra como juiz não pode ser juiz".  Seria isso que o outro juiz, mais importante, quer?
Ora, se este mesmo juiz mais forte já liberou outros acusados que a opinião pública aponta como culpados, o povo pergunta: Quem é o juiz que erra?
E juiz que dá entrevistas justificando sentença não é juiz, porque se fosse, saberia que sentença não se discute, e quem julga dá explicações nos autos.
Os soldados que foram enterrados como heróis são chamados de "criminosos" porque não houve exceção na declaração do ministro da Justiça, quando acusou toda a corporação de "desonesta". A mulher do coronel, que enterrou seu marido como herói, processa o ministro da Justiça. Em suas declarações, ela diz que sente que seu marido foi acusado de "desonesto". 
"Como um ministro da Justiça fala coisas tão graves contra um chefe de família que foi morto no exercício de sua profissão? Esse senhor não atacou apenas a honra do meu marido. Ele atacou uma família inteira, que vive a mesma dificuldade do restante da população do Rio. Já estamos avaliando as medidas judiciais que tomaremos", disse a viúva.
Pior, o responsável pela justiça também xinga a Justiça, porque se existem "desonestos" numa polícia, a justiça teria que tomar providências em defesa da sociedade.
Em Mato Grosso, estado em que o ministro Luís Roberto Barroso diz que tem crime, a justiça libera um parlamentar acusado de cometer atos contra a lei.
Enquanto isso, presos como Fernandinho Beira-Mar e Marcinho VP se acham no direito de xingar as autoridades que os condenaram. As autoridades apontadas por governantes que eles citam também respondem a processos e estão presos. Marcinho e Beira-Mar estariam certos?
É com isso que a sociedade do Rio tem que conviver todos os dias? É assim que eles acreditam na ordem e na segurança do estado? Se não bastasse a falência que atinge diretamente mais de 200 mil pessoas, por não receberem seus salários - indiretamente atingindo muito mais - , o que as pessoas esperam que pode acontecer? Ou por estar nas vésperas do Natal, esses senhores acreditam em Papai Noel?
Não existe "basta". Com certeza, vão existir consequências.
JORNAL DO BRASIL

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