Serial killer de animais é condenada há 17 anos de prisão e está foragida



Serial killer de animais é condenada há 17 anos de prisão e está foragida
Por iG São Paulo | 11/11/2017
Dalva Lina da Silva, a serial killer de animais, está foragida. Ela foi condenada há 17 anos de prisão em regime semi-aberto
Reprodução do livro Room for Children
Dalva Lina da Silva, a serial killer de animais, está foragida. Ela foi condenada há 17 anos de prisão em regime semi-aberto


Dalva Lina da Silva foi presa em flagrante tentando descarta os corpos de 37 animais na porta de sua vizinha em 2012; crime chocou pela crueldade dela

Foi decretada na sexta-feira (10) a prisão de Dalva Lina da Silva – a serial killer de animais" –, condenada agora há mais de 17 anos em regime de prisão semi-aberto pela morte de 37 animais domésticos, entre cães e gatos, crime esse ocorrido em 2012, em São Paulo.

A acusada ficou conhecida como a maior “ serial killer de animais ” após ser presa tentando descartar os corpos de 33 gatos e três cães em frente à casa de uma vizinha, na Vila Mariana, área nobre de São Paulo.

Após tentar encontrá-la em três endereços distintos e informados a justiça sem êxito, o Ministério Público Estadual (MPE) considera Dalva Lina da Silva , de 48 anos, foragida da justiça. Vizinhos informaram que ela saiu de sua residência na Vila Mariana, no final da manhã de quinta-feira (9) e não retornou até então. A suposição é que ela tenha recebido de seus advogados a nova sentença e tenha fugido para não cumprir a pena.

Anteriormente, em 2015, Dalva já havia sido condenada há 12 anos, seis meses e 14 dias. Porém, MPE optou por recorrer da decisão e solicitou ao tribunal o aumento da pena. A sentença foi proferida na quinta-feira (9) pela 10ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça e o ministério público conseguiu aumentar a pena da ré para 17 anos, seis meses e 26 dias de reclusão em regime semi-aberto.

No regime semiaberto, o cumprimento da pena deve ocorrer em colônia agrícola, industrial ou estabelecimento similar. Aqui, o condenado poderá ser alojado em locais coletivos e sua pena estará atrelada ao seu trabalho. Essa é a primeira condenação representativa a ser enquadrada no artigo 32 da Lei  9.605/98, que trata de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

O crime


O caso teve repercussão mundial, pois Dalva era conhecida no bairro onde morava por dar abrigo a animais de rua, apoiando Ongs e instituições de resgates desses animais. A Ong Adote um Gatinho desconfiou da rapidez da mesma em conseguir donos aos animais abandonados e decidiu investigar o que acontecia dentro da residência da mulher com o auxílio de um detetive particular. A partir deste momento toda a história de Dalva foi descoberta. 
Com essa medida foi descoberto que ela feria os animais, os deixava enfraquecer até morrerem de choque hipovolêmico. 

Ela foi presa em flagrante descartando os animais mortos na porta de uma vizinha. Porém, conseguiu o direito de responder o crime em liberdade.  Agora a serial killer de animais está foragida e a polícia está em busca da mesma.

*As informações são do jornal O Estado de São Paulo
Fonte: Último Segundo - iG 

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