SUPOSTOS REPRESENTANTES TENTAM SE LIVRAR DE RESPONSABILIDADES QUANTO A SUSTENTAÇÃO DOS INCOMPETENTES ACORDOS COM O GOVERNO


SUPOSTOS REPRESENTANTES TENTAM SE LIVRAR DE RESPONSABILIDADES QUANTO A SUSTENTAÇÃO DOS INCOMPETENTES ACORDOS COM O GOVERNO

Crédito:  AFP PHOTO / Miguel SCHINCARIOL
A paralisação dos caminhoneiros continua agora com o apoio popular


Presidente da ABCAM -Associação Brasileira dos Caminhoneiros, diz que "Movimentos políticos estão infiltrados no protesto para derrubarem o governo", na tentativa de se esquivar da responsabilidade da paralisação para com o governo, culpando os caminhoneiros e os "intervencionistas", ou seja, o povo brasileiro que está apoiando e querendo a continuidade da paralisação até que o governo tome uma atitude digna de aprovação por quem realmente representa este povo, o próprio povo.

É óbvio que o presidente da ABCAM, assim como outros presidentes que conhecemos, que NÃO REPRESENTAM ESTE POVO, estão de acordo com o governo corrupto e não ao lado do povo, para assinar acordos irrisórios e de forma escusa, sem qualquer efeito na política financeira do país, tanto para os caminhoneiros como para toda a nação brasileira, mas no benefício próprio, como defensores e salvadores do governo que, se cair, muito melhor para o país que já não aguenta mais tanta corrupção.

Dessa forma, há ficar alerta quanto aos presidentes de associações que não representam o povo ou os próprios caminhoneiros, mas que teimam, descaradamente, em viajarem para Brasilia e acordarem com o governo o que não lhes compete, pois não representam ninguém nesse contexto todo, o povo não os quer e não os consideram seus representantes.

Portanto, esse movimento dos caminhoneiros, que tem o total apoio popular, não tem representante, ninguém o representa perante o governo para negociações.

LEIA O QUE JOSÉ DA FONSECA LOPES COMENTOU PARA SE LIVRAR DE RESPONSABILIDADES APÓS OS ACORDOS:

O presidente da  Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, afirmou nesta segunda-feira (28) que os caminhoneiros querem voltar ao trabalho, mas estão sendo impedidos por "intervencionistas" que, segundo ele, "querem derrubar o governo".

"Não é o caminhoneiro mais que está fazendo greve. Tem um grupo muito forte de intervencionistas aí e eu vi isso aqui em Brasília, e eles estão prendendo caminhão em tudo que é lugar", declarou.

"São pessoas que querem derrubar o governo. Não tenho nada a ver com essas pessoas nem os nossos caminhoneiros autônomos têm. Mas estão sendo usados para isso", afirmou.

"Acho que chegou a hora de o governo fazer alguma coisa", disse Lopes.

Segundo o diretor-geral, os policiais, que atuam em determinadas BRs, conhecem os caminhoneiros e as lideranças daquela região. Renato Dias disse que o serviço reservado da PRF está acompanhando a ação dessas pessoas, e as forças de segurança, aliadas às Forças Armadas, irão garantir a lei e a ordem se houver situações críticas em algum ponto.

Renato Dias informou, entretanto, que até o momento não houve qualquer situação que exigisse emprego de força e que a PRF, juntamente com o Exército, está nos pontos de aglomeração para oferecer escolta a todos os caminhoneiros que queiram se deslocar – independentemente de transportarem cargas sensíveis.

O presidente da Abcam também atribuiu as dificuldades para a volta ao trabalho e o problema do desabastecimento  à dimensão do país e à incompreensão das medidas anunciadas pelo governo por uma parcela dos caminhoneiros. 

"Não acabou ainda porque estamos num país continental e isso aí demanda uma série de situações, algumas informações para a pessoa começar a entender que realmente toda a negociação feita atingiu a necessidade deles", disse.

Fonte: Último Segundo - iG 

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