Abin e Procuradoria investigam infiltração militar na paralisação dos caminhoneiros

Abin e Procuradoria investigam infiltração militar na paralisação dos caminhoneiros

DCM

Reportagem de Allan de Abreu na revista Piauí aponta que a Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, investiga a participação de integrantes das Forças Armadas e das Polícias Militares estaduais na greve dos caminhoneiros. O objetivo seria aproveitar o momento de extrema fragilidade política do governo Michel Temer para provocar uma intervenção militar no Brasil.
A Piauí ouviu três agentes da Abin na condição do anonimato que afirmaram que a presença de militares entre os caminhoneiros é possível. Um dos manifestantes foi assassinado na quarta-feira, 30 de maio, em Rondônia. Segundo a reportagem, a Abin estranha a falta de pulso da polícia nos mais de 500 pontos de bloqueio de caminhões que se formaram no Brasil nos dias de greve.
Os agentes comparam com a paralisação de 2015, que durou três dias e cessou com a repressão. Na época, não houve desabastecimento de combustíveis, alimentos e remédios, como desta vez.
Segundo a publicação, na quarta-feira (30), a Câmara Criminal da Procuradoria Geral da República instaurou procedimentos para investigar se empresários e sindicalistas violaram dois dispositivos previstos na Lei de Segurança Nacional. As medidas incluem tentar mudar o regime político do país com emprego de violência e “incitar a subversão da ordem política e a animosidade entre as Forças Armadas”.
De acordo como a Piauí, os crimes punidos com até 19 anos de prisão.
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