3º e 4º dias do 18º Festival de Música têm misto de estilos nas apresentações


3º e 4º dias do 18º Festival de Música têm misto de estilos nas apresentações



         A programação do 3º e 4º dias do 18º Festival de Música de Ourinhos teve um misto de estilos nas apresentações que ocorreram nas noites de terça-feira (17) e quarta-feira (18). Com a participação do Projeto Unknown, Beto Correa Quinteto, Dinho Nogueira & Zé Barbeiro e Patife Band, o festival atraiu centenas de pessoas ao Teatro Municipal Miguel Cury.
         O Projeto Unknown foi o primeiro grupo a subir ao palco na terça-feira (17). A banda nasceu da união dos músicos Djalma Lima (guitarra), Gustavo Bugni (piano), Bruno Migotto (contrabaixo) e Cuca Teixeira (bateria) em torno das ideias de liberdade, identidade e criatividade musicais. Apesar da sólida formação jazzística de seus integrantes, o projeto busca ficar livre em relação aos rótulos. Isso pode ser percebido nas composições, na liberdade timbrística presente em sua sonoridade e também na forma como os músicos re-interpretam suas composições a cada nova apresentação.


Na sequência, subiu ao palco o Beto Correa Quinteto composto pelos músicos Beto Correa (piano e acordeon), Neymar Dias (viola caipira e guitarra), Sidiel Vieira (baixo acústico), Rodrigo Ursaia (sax e flauta) e Cleber Almeida (bateria e percussão), que executam composições brasileiras e o jazz, em composições que fundem a música moderna e a tradicional, passeando por diversas vertentes.
Já na quarta-feira (18), a dupla Dinho Nogueira & Zé Barbeiro foi quem se apresentou. A dupla explora composições próprias além do choro e o samba de grandes mestres brasileiros como Jacob do Bandolim e Pixinguinha. Por fim, foi a vez do Patife Band, projeto do musico e compositor Paulo Barnabé, com influência das técnicas de composição erudita contemporânea e hard-rock, onde surgem ritmos assimétricos, células atonais e séries dodecafônicas.


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