Professora de MT afogava bebês e ameaçava crianças em creche

Professora de MT afogava bebês e ameaçava crianças em creche

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Tapas seriam um "corretivo" aplicado por ela em uma sala onde os demais profissionais não pudessem ver

Uma professora de Sorriso (município distante 420 km de Cuiabá) foi indiciada pela Polícia Civil pelos crimes de maus tratos e ameaça, depois que a polícia constatou que ela maltratava crianças de um berçário público.
Foram diversas denúncias que chegaram à Polícia Civil, que puderam ser comprovadas por testemunhos de pais e profissionais do berçário.
Segundo divulgou a polícia, a professora trabalhava no berçário 1 – que atende bebês de seis meses a um ano – e era concursada pela Prefeitura do município. Ao contrário do que se esperava, no entanto, ela sempre teria tratado as crianças com impaciência.
Relatos de testemunhas à polícia dão conta de que a mulher chegou a fazer ameaças, dizendo que iria cortar as línguas das crianças. Além disso, batia com força nos bebês, o que os faziam chorar e gritar de dor. Os “tapas” seriam um “corretivo” aplicado por ela em uma sala onde os demais profissionais não pudessem ver.
Ainda ao decorrer do inquérito, instaurado no mês de julho, a mulher também estaria afogando as crianças embaixo d’água. Elas só eram retiradas quando não aguentavam mais.
“Mesmo achando estranho o comportamento, uma das testemunhas alegou que imaginaria que não passaria dos castigos, até o dia que presenciou a professora impaciente, ao dar banho em um dos bebês. Ela deixou a criança embaixo da torneira, sacudindo, até que começasse a se afogar”, disse o delegado, Nilson André Farias de Oliveira, responsável pela investigação.
A professora também ordenava que as auxiliares de sala não dessem colo nem carinho aos bebês.
Após as denúncias, a mulher foi trocada de berçário pela prefeitura do município e passou a trabalhar com escolar maiores, “a fim de preservar a integridade física dos bebês”.
A mulher acabou indiciada pelos crimes de maus tratos e ameaça. A investigação foi concluída e encaminhada ao Ministério Público para as medicas cabíveis.
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