Collor desiste de disputar governo de Alagoas e cita rachas na coligação

Collor desiste de disputar governo de Alagoas e cita rachas na coligação

PODER360

Collor não esclareceu se deve ser substituído ou quais serão os próximos passos da chapa.
PTC está coligado com 8 partidos
Chapa de oposição à atual gestão

O senador Fernando Collor (PTC-AL) abriu mão de disputar o governo de Alagoas. A desistência foi comunicada em vídeo publicado no Facebook.
Collor diz ter lançado a candidatura após ser procurado por “um grupo representativo da política alagoana” com a proposta de união de partidos na oposição ao atual governo de Renan Filho (MDB). O filho de Renan Calheiros tenta a reeleição.
No entanto, o senador afirma que a união não se confirmou e que por isso a candidatura deixou de fazer sentido.
“Todos sabem do meu destemor, cumpro minha palavra, mas peço reciprocidade. Na ausência dela, perde sentido a missão a mim atribuída”, diz.
A coligação de Collor é formada por 8 partidos: PTC, PSDB, PP, PSB, PSC, Pros, PRB e DEM. A coligação de Renan Filho é ainda maior, com 17 siglas: MDB, Podemos, PPS, PDT, PR, PTB, PHS, PT, PV, PRP, PRTB, PSD, DC, PC do B, Avante, PMN e Solidariedade.
Assista ao comunicado de desistência:
Collor estava em 2º lugar nas pesquisas. No levantamento do Ibope divulgado em 16 de agosto, registrava 22% das intenções de voto contra 43% do líder, Renan Filho. A evolução da intenção de voto dos candidatos pode ser acompanhado no agregador de pesquisas do Poder360 –o maior acervo da web brasileira. Saiba como usar a ferramenta.

NEM GOVERNADOR, NEM PRESIDENTE

Esta é a segunda desistência de Collor nestas eleições. O político chegou a cogitar disputar mais uma vez a Presidência da República. Abriu mão da disputa em 25 de junho.
O  PTC disse em comunicado que a prioridade foi ultrapassar a cláusula de desempenho. Pela regra, as siglas devem ter pelo menos 1,5% dos votos válidos para deputado federal.
Caso contrário, não têm acesso ao fundo partidário, ao tempo de TV e rádio e ao “funcionamento parlamentar” na Casa.
Collor foi presidente de 1990 a 1992, quando renunciou antes de sofrer impeachment.
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