Cúpula das Forças Armadas teme escalada da violência no país após o segundo turno



Cúpula das Forças Armadas teme escalada da violência no país após o segundo turno
Irineu Machado, gerente-geral de Notícias UOL


Integrantes da cúpula das Forças Armadas demonstram preocupação com a possibilidade de o clima de beligerância no país se intensificar após a eleição de domingo. Comandantes do Exército, da Marinha, da Aeronáutica e outros nomes de alta patente militar têm conversado sobre o receio de que grupos radicais, de ambos os lados, pratiquem atos de violência após o segundo turno. Para eles, a conciliação nacional precisa ser uma prioridade do próximo presidente.


Pesquisa do instituto Ibope divulgada na noite de ontem traz Jair Bolsonaro (PSL) com 57% e Fernando Haddad com 43% dos votos válidos. Em uma semana, a taxa de rejeição de Bolsonaro na pesquisa Ibope subiu de 35% para 40%, e a de Haddad caiu de 47% para 41%.


Na disputa pelo governo de São Paulo, João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) adotaram no debate UOL/Folha/SBT um tom bem menos agressivo do que os confrontos que tiveram nos dois debates anteriores.


Um levantamento do jornalista Daniel Buarque para o UOL mostra que a discussão por reforma nos sistemas de aposentadoria pressiona não só o Brasil, onde a Previdência costuma ser chamada de "bomba-relógio" para as contas públicas, mas diversos países pelo mundo.

UOL

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