Campanha de Meirelles usou base de beneficiários do Bolsa Família para fazer disparos de WhatsApp



Campanha de Meirelles usou base de beneficiários do Bolsa Família para fazer disparos de WhatsApp
Irineu Machado, gerente-geral de Notícias  UOL


A campanha do candidato derrotado à Presidência da República, o ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles (MDB), fez, durante o primeiro turno da disputa eleitoral, disparos em massa de mensagens pelo WhatsApp para números de telefone de beneficiários do programa social Bolsa Família, do governo federal. Os números de quem recebe o benefício do Bolsa Família são sigilosos e seu uso, divulgação ou cessão para outros fins que não os previstos pela legislação, são ilegais, mostra reportagem de Aiuri Rebello, Flávio Costa e Leandro Prazeres. Meirelles, que terminou em sétimo lugar entre os presidenciáveis, com 1,28 milhão de votos (1,2%), gastou R$ 54 milhões do próprio bolso e teve a campanha mais cara do primeiro turno.

TRANSIÇÃO
Nesta segunda-feira (5), será nomeado como ministro extraordinário o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Ele será oficialmente o responsável pela coordenação do processo de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Braço direito do presidente eleito, Lorenzoni será o ministro da Casa Civil do novo governo.

EUA
Nos Estados Unidos, políticos, militantes e candidatos percorrem o país nos últimos dias antes das eleições legislativas de metade de mandato, que ocorrem amanhã. A oposição democrata apresenta a disputa como um referendo sobre o governo de Donald Trump, há dois anos na Casa Branca. A história destas eleições costuma ser fatal para o partido no poder.
 

ENEM
O primeiro dia de provas do Enem 2018, realizado ontem, registrou uma taxa de abstenção de 24,9%, o menor índice de ausentes da história do exame, segundo o Inep, que registra os dados desde 2009. Dos 5.513.662 inscritos 4.139.319 compareceram aos locais das provas espalhados por topo o país. 
A redação do Enem 2018 evitou tratar de minorias sociais, como nos anos anteriores, mas deixou para a prova de ciências humanas e linguagem os temas relacionados a direitos humanos: mais difícil do que no ano anterior, o teste precisou mais do que interpretação de texto. Ele citou o presidente militar Ernesto Geisel, o chargista progressista Henfil e tratou de temas como feminismo e preconceito racial.

UOL

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