Maioria do TRF-4 decide por prisão domiciliar de Palocci


Maioria do TRF-4 decide por prisão domiciliar de Palocci
METRÓPOLES
Antonio Cruz/Agência Brasil
Ex-ministro da Fazenda pediu para cumprir sua pena em regime semiaberto, sob monitoramento


Por maioria, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, acatou pedido de prisão domiciliar do ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, nesta quarta-feira (28/11). O julgamento ainda está em andamento.
O relator da Lava Jato, desembargador João Pedro Gebran Neto, votou pela redução da pena e concessão do benefício, na primeira parte do julgamento, em 24 de outubro, na 8ª Turma Penal do tribunal. Nesta quarta, Leandro Paulsen seguiu entendimento do Gebran e formou a maioria.
Benefícios
O procurador regional da República Luiz Felipe Hoffman Sanzi afirmou que ainda não existem provas para dar a Palocci os benefícios da delação premiada, em suas manifestações orais na sessão inicial do caso. “Não só deve ser mantida a prisão preventiva, mas deve ser aumentada a pena”, afirmou o representante da Procuradoria Regional da República da 4ª Região (PRR-4).
Além de votar pela redução da pena de 12 anos e dois meses para 9 anos de prisão, Gebran Neto decidiu pela validade de benefícios da delação premiada – fechada no âmbito das investigações ainda em andamento – para o processo já com a fase de produção de provas encerrado.
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