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"Esquizofrenia eleitoral": quando a polarização política provoca violência

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GAZETA DO POVO
O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) foi atingido por uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), no último dia 6 de setembro |
No Brasil, existe uma percepção muito grande de insegurança. Esse cenário, unido à falta de confiança na política e nas instituições, desenha um quadro extremamente preocupante"

"Facas e canivetes estão entre os maiores personagens das eleições brasileiras de 2018. No dia 6 de setembro, o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) foi atingido por uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Horas depois do encerramento da votação do primeiro turno, na madrugada de 8 outubro, o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, eleitor do PT, recebeu 12 facadas nas costas e perdeu a vida depois de discussão sobre política em Salvador (BA) — o assassino nega que a motivação tenha sido política. Horas depois, em Porto Alegre (RS), uma jovem de 19 anos foi supostamente atacada por homens que usaram canivetes para marcar sua barriga com uma suástica — ela não seguirá com a ação."
???  QUE ISSO??

GAZETA DO POVO



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COMER PIPOCA COM PINÇA VIRA MANIA ENTRE OS CARIOCAS

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PEGN
Sucesso. A pinça oferecida por Marcos Rosa, que trabalha na esquina das avenidas Rio Branco e Almirante Barroso (Foto: Agência O Globo)
Sucesso. A pinça oferecida por Marcos Rosa, que trabalha na esquina das avenidas Rio Branco e Almirante Barroso (Foto: Agência O Globo)
Peça descartável é oferecida nas carrocinhas e cai no gosto de clientes, apesar de muita gente ainda preferir lambuzar as mãos com manteiga e leite condensado
22.10.2018|Por 
Agência O Globo
al, manteiga, bacon, queijo crocante e leite condensado. Os ingredientes que acompanham a pipoca vendida em carrocinhas no Rio agora têm nova companhia: uma pinça descartável, conforme Ancelmo Gois mostrou em sua coluna no GLOBO.
O utensílio de plástico que não deixa as mãos ficarem lambuzadas ultrapassou a barreira das tendências e já virou moda.
Esta semana, a equipe de reportagem acompanhou de perto o trabalho de dez pipoqueiros no Centro e constatou que todos oferecem os pequenos pegadores, sem cobrar a mais por isso.
Joilson da Silva Paula, que faz ponto há 30 anos aos pés da escadaria da Câmara Municipal, na Cinelândia, conta que se rendeu à pinça descartável no fim do ano passado, quando a viu à venda na loja onde costuma comprar milho, na Lapa.
A novidade fez sucesso com os clientes, e ele resolveu colocar de vez o mimo em sua carrocinha. O pipoqueiro paga R$ 6,50 pela embalagem com 50 peças e jura que não aumentou preços: segue cobrando R$ 4 pelo saco médio de pipoca e R$ 5 pelo grande.
- Quando vou à Feira do Lavradio, levo 250 pinças de plástico e volto para casa sem nenhuma. Todo mundo começou a pedir - afirma o pipoqueiro.
PEGN