Após mãe ocultar corpo, menino morto por espancamento é sepultado em Cruzeiro



Após mãe ocultar corpo, menino morto por espancamento é sepultado em Cruzeiro
G1
João Pedro tinha 3 anos e segundo a polícia foi morto por espancamento — Foto: Reprodução/Facebook
João Pedro tinha 3 anos e segundo a polícia foi morto por espancamento — Foto: Reprodução/Facebook

Corpo foi achado enterrado em um matagal perto de uma rodovia no domingo (20). Em depoimento, mãe e padrasto da vítima confessaram que ocultaram o corpo.Por G1 Vale do Paraíba e região
21/01/2019

O menino João Pedro Ribeiro, de 3 anos, morto espancado e depois enterrado pela mãe e o padrasto em um matagal em Cruzeiro (SP), foi sepultado na manhã desta segunda-feira (21) no cemitério municipal da cidade. Os suspeitos estão presos por homicídio e ocultação da cadáver.


De acordo com a delegada Sandra Pinto Vergal, a criança foi morta na noite da última sexta-feira (18) e a polícia tomou conhecimento do caso pelas redes sociais, depois que a notícia do desaparecimento do menino começou a viralizar.


Como não foi feito boletim de ocorrência pela família, o caso despertou a atenção dos policiais, que foram à casa da vítima. Mãe e padrastro foram levados à delegacia na manhã de domingo (20).


Segundo a delegada, no depoimento à polícia, a mãe contou que o menino passava mal no dia do crime, porque estava com virose. Ela admitiu que deu 'palmadas' nele, mas nega que as agressões ao filho tenham provocado a morte. "Ela disse que ficou assustada, com medo, quando percebeu que a criança estava morta e decidiu enterrar", disse.


Um laudo do IML apontou que a criança tinha fraturas e ferimentos no rosto, braço e pernas. O padastro do menino, um jovem de 23 anos, foi considerado cúmplice da ação, e também foi preso.


Apesar da gravidade das agressões, a Polícia Civil informou que o casal nunca foi denunciado por maus tratos. O padrasto tinha antecedentes criminais por furto e roubo.


O G1 procurou por telefone o pai da criança, mas ele não atendeu as ligações até a publicação desta reportagem. Outros familiares também preferiram não dar entrevista.

G1

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