Ex-atleta diz ter repassado R$ 100 mil a Flávio Bolsonaro por imóvel



Ex-atleta diz ter repassado R$ 100 mil a Flávio Bolsonaro por imóvel

CORREIO BRAZILIENSE














As declarações do ex-atleta corroboram que declarações feitas por Flávio Bolsonaro em entrevista a emissoras de TV(foto: AFP / Fabio TEIXEIRA)

Informação fundamenta declarações do parlamentar sobre os motivos de ter recebido diversos depósitos em dinheiro via depósito bancário


O ex-jogador de vôlei de praia Fábio Guerra afirmou, nesta segunda-feira (21/1) que repassou R$ 100 mil em dinheiro vivo ao senador eleito https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/01/20/interna_politica,731632/coaf-mostra-que-flavio-bolsonaro-pagou-titulo-de-r-1-mi-diz-tv.shtml. Segundo ele, a quantia é referente a compra de um imóvel. Guerra afirmou que os repasses foram feitos entre junho e julho de 2017, mesmo período em que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou depósitos considerados suspeitos na conta corrente do parlamentar.

As declarações do ex-atleta, dadas em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, corroboram que declarações feitas por Flávio em entrevista à Rede Record e a Rede Vida, no fim de semana. O filho do presidente Jair Bolsonaro alegou que fez 48 depósitos, no valor de R$ 2 mil cada, em sua própria conta após receber o montante em decorrência da venda de um apartamento.

O parlamentar disse, ainda, que o pagamento fracionado ocorreu por conta do limite de depósitos via caixa eletrônico. Guerra disse que não pagou em cheque ou transferência bancária porque também teria recebido o que lhe deviam em espécie. "Paguei em dinheiro porque havia recebido em dinheiro pela venda de outro apartamento. Como recebi aos poucos, fui pagando aos poucos", disse ao jornal.

Além dos fatos ligados a Flávio, o Ministério Público investiga a movimentação de R$ 1,2 milhão na conta de seu ex-assessor, Fabrício Queiroz. Diversos depósitos e saques na conta dele, que ocorriam nos dias de pagamentos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), levantaram as suspeitas das autoridades.

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