Exclusivo: Funcionária que disparou WhatsApp para Bolsonaro na campanha ganha cargo no Planalto



Exclusivo: Funcionária que disparou WhatsApp para Bolsonaro na campanha ganha cargo no Planalto
Camila Rodrigues da Silva, do UOL
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A semana termina quente com informação exclusiva: a funcionária da agência de comunicação que contratou disparos em massa de mensagens de WhatsApp para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PSL) vai ocupar um cargo comissionado na Secretaria-Geral da Presidência e deve despachar a poucos metros do presidente.
 
Segundo reportagem de Leandro Prazeres, Taíse de Almeida Feijó será assessora do gabinete do secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebianno, um dos principais articuladores da campanha. O salário dela será de cerca de R$ 10,3 mil.
 
Em nota, o órgão disse que a nomeação se deu por "critérios técnicos, após avaliação curricular e entrevista".
 
É importante lembrar que, em 18 de outubro do ano passado, a Folha de S.Paulo revelou que empresas compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp. A prática pode ser enquadrada como doação ilegal, e o caso é alvo de investigações.
 
E o "caso Queiroz" pode sofrer uma reviravolta. Após suspensão da investigação sobre as movimentações financeiras de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), a pedido do próprio parlamentar, o STF também deverá deliberar sobre a legalidade do fluxo de informações entre o MP-RJ e o Coaf, assim como a validade das provas obtidas desta forma.
 
Um ministro do Supremo que não se identificou disse à colunista Monica Bergamo que o pedido de Flávio tornou o caso ainda mais grave: para ele, a atitude é uma confissão de que o envolvido é o senador eleito e não o motorista. Outros ministros da corte acreditam que Bolsonaro, o pai, também deve ser investigado, já que há movimentações financeiras ligadas à primeira-dama Michelle. 

UOL

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