Militares chavistas atiram em civis que resistiam a bloqueio na fronteira



Militares chavistas atiram em civis que resistiam a bloqueio na fronteira

VEJA   22/02/2019

Deputado venezuelano publica foto de um homem com ferimento causado por arma de fogo durante conflito na fronteira com o Brasil (@AngelMedinaD/Twitter/Twitter)


Ao menos uma pessoa morreu e 15 ficaram feridas, segundo denúncias de ativistas e deputados opositores na Venezuela

Militares leais ao governo de Nicolás Maduro atiraram contra um grupo de civis que tentava impedir o fechamento de parte da fronteira da Venezuela com o Brasil para a entrega de ajuda humanitária, deixando ao menos uma pessoa morta e várias feridas, de acordo com deputados da oposição e ativistas.
O conflito aconteceu no vilarejo indígena de Kumarakapai, na região de Gran Sabana, na fronteira com o Estado de Roraima, por volta das 6h manhã do horário local (7h em Brasília) desta sexta-feira, 22.
De acordo com o jornal americano The Washington Post, tudo começou quando um comboio militar se aproximou do vilarejo, que fica em uma das principais estradas que ligam a Venezuela ao Brasil.
Alguns moradores se posicionaram em frente aos veículos dos soldados, para impedir sua passagem, e foram atingidos por tiros.
Uma mulher, Zorayda Rodriguez, de 42 anos, foi morta, de acordo com o advogado e ativista Olnar Ortiz. Segundo o deputado da Assembleia Nacional Américo de Grazia, outras 15 pessoas ficaram feridas pelos disparos, três delas em estado grave.

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