Para Guaidó, com incineração de comida, Maduro mostrou pior face



Para Guaidó, com incineração de comida, Maduro mostrou pior face
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Reprodução/Facebook

O autodeclarado presidente venezuelano se reunirá na próxima semana com integrantes do Grupo de Lima para articular ações: Mourão participa

Em pronunciamento na noite deste sábado (23/2), em Cúcuta, na Colômbia, o autodeclarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, disse que todos viram, neste sábado (22/2), a “pior face da ditadura venezuelana”. Guaidó falou sobre as cargas de comida incineradas e chamou Nicolás Maduro de “assassino”. “Ele é o assassino”
“Hoje, todos viram a pior parte da ditadura venezuelana. Eles bloquearam o caminho da liberdade do país. Com esse massacre, lamentavelmente, nós convivemos há anos”, avaliou o opositor, em entrevista coletiva concedida ao lado do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, e do presidente da Colômbia, Iván Duque Márquez.
Alegando que o presidente Nicolás Maduro é um “usurpador” do poder, Guaidó disse que participará na próxima semana de uma reunião com o Grupo de Lima, que reúne chanceleres de vários países da América Latina para, segundo ele, articular “possíveis ações diplomáticas”
Guaidó indicou que prosseguirá em uma articulação internacional para derrubar Maduro. “Não vamos descansar até conseguir a liberdade para a Venezuela”. “Minha responsabilidade como presidente é buscar caminhos para a verdadeira democracia em nosso país”, justificou.
No balanço das ações deste sábado, Guaidó ainda ressaltou que ficou evidente que Maduro não tem o apoio das Forças Armadas como alardeia. Agora, militares e forças armadas sentem a resistência do governo em convocar eleições livres”, disse.
“Vamos continuar mobilizados para dar fim a essa tirania. Não há mais dúvidas em relação à posição das forças armadas”, considerou.
“Hoje está começando o processo para a transição para a democracia e o entrave para isso é Nicolás Maduro”
Luis Almagro endossou o pensamento de Guidó sobre Maduro. “Esse regime é usurpador e iniciamos um processo de diálogo para levar essa ajuda humanitária à Venezuela”, disse Almagro.
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