PEDÁGIO CONTINUA FECHADO; ECONORTE E DER VISITARAM BR-153 ONTEM



aINDA BEM QUE O ESTADÃO ERROU...    

NOTA DO TABLÓIDE:
A notícia dada por dezenas de jornais e sites sobre a volta ao pagamento do pedágio de Jacarezinho entristeceu muita gente que depende do trânsito e pedágio livre naquela rodovia, porém a "barriga" do Estadão, acompanhada inclusive pelo TABLÓIDE, não ocasionou danos a ninguém, eis que reparada quase que de imediato pela mesma mídia e por outras que perderam o "bonde" e só depois do alardeado equívoco postou recados chamando a atenção dos que aquilo compartilharam.

Isso acontece na esteira noticiosa, inclusive com um dos maiores e respeitados jornais do Brasil, fazendo parte do cotidiano de "todos" que trabalham com noticiários, colhendo ou não diretamente de suas fontes.

O que não acontece é, como se diz no jargão popular,  "o sujo falar do mal lavado", ou seja, chamar a atenção dos colegas que até usam dos mesmos artifícios na coleta de dados para seus noticiários, errando, distorcendo, fantasiando e, claro, ofendendo a quem nada tem com o acontecido, mas que sem querer usar do dolo, apenas equivocando-se com a matéria, a compartilhou no estrito interesse público, diferente do agir dolosa e sordidamente, com perversão, no intuito de extorsão, denegrir o nome alheio ou proteção dos próprios interesses particulares e até mesmo financeiros.

Enfim, o importante é que a praça de pedágio está possivelmente em definitivo aberta, sem o pagamento das tarifas de pedágio, como acontecia antes dessa última decisão judicial, que não atingiu a Praça de Jacarezinho-PR.

Ao Estadão, ainda que com a "barriga" mencionada e depois respeitosamente corrigida, há que se agradecer o noticiado, tendo em vista a repercussão nacional, ainda que em debate para correção impõe aos usuários da rodovia pedagiada o conhecimento e a certeza de que, direta ou indiretamente, a Justiça vem, tardia que seja, resolvendo o ilegal e abestalhado problema imposto pela ECONORTE, empresa que prejudicou toda região com a cobrança ilegal dos pedágios até então acobertada pelo próprio Estado.

Leia a notícia completa já corrigida e editada pelo NPDiário, do norte paranaense: 

PEDÁGIO de Jacarezinho CONTINUA FECHADO; ECONORTE E DER VISITARAM BR-153 ONTEM

NPDiário


Diário centenário deu notícia equivocada

O vetusto jornal O Estado de São Paulo cometeu uma “barriga” (jargão jornalístico referente à notícia errada) ao “noticiar” que Superior Tribunal de Justiça (STJ), numa decisão “nova” de seu presidente João Otávio de Noronha, teria autorizado a reabertura da praça de pedágio de Jacarezinho.


A falsa informação chegou a ser compartilhada por veículos de comunicação do Paraná (E de São Paulo). E Não era verdade.

A decisão permanece a mesma e a praça, desativada.O juiz federal de Jacarezinho, Rogério Cangussu Dantas, suspendeu o pedágio e é essa decisão que continua, “O Estadão errou “, afirmou a conceituada jornalista Emília Miyazaki ao npdiario. Ela é a Assessora de Imprensa da Triunfo/Econorte.


Na tarde desta segunda-feira, dia 11, ocorreu uma vistoria técnica na BR-153, em Santo Antônio da Platina – com engenheiros civis do DER(Departamento de Estradas de Rodagem) e da prefeitura platinense e o advogado da Econorte – sobre o assunto. Da Imprensa, só o npdiario estava presente.




A obra paralisada do trevo da Transbrasiliana no perímetro urbano platinense foi o local para a inspeção (fotos) do secretário municipal de Gestão, Airton Diniz, dos  engenheiros civis Aurélio Gataz Sguario e Renê Adler Rodrigues , do arquiteto Daniel Dalossio, da diretora do departamento municipal de Obras e Serviços Urbanos , Mayara Garcia Martins, da vereadora Míriam Bonomo, do advogado da Triunfo/Econorte, Guilherme Mamprim (foto principal) e da voluntária Sirlanei Santana. 


O Assessor Jurídico Mateus Faeda Pelizzari e o Prefeito José Coelho Neto tiveram recente encontro em Curitiba com o juiz federal Friedman Wendpap. Na ocasião, o magistrado sugeriu a visita técnica para apurar as condições de segurança da rodovia que integra os acordos que estão sendo efetuados na ação do MPF visando estudos para manutenção das obras (foto abaixo).






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