Dermatologista desvenda mitos e verdades sobre reposição de colágeno


Dermatologista desvenda mitos e verdades sobre reposição de colágeno

BONDE

Com o desenvolvimento de novas tecnologias no ramo farmacêutico e dos cosméticos, produtos ricos em colágeno surgem como uma alternativa para devolver firmeza e elasticidade à pele. Dentre essas tecnologias, estão os repositores dessa substância, como suplementos que podem ser acrescentados à alimentação (em pó, barras, cápsulas e shakes) ou feitos por meio da reposição injetável, também conhecidos como bioestimuladores. 

A redução na produção de colágeno está ligada ao envelhecimento


Verdade. A partir dos 25 anos de idade, a pele passa a reduzir seu processo de produção dessa proteína, evidenciando sinais de envelhecimento como flacidez e rugas. Essa perda aumenta ainda mais durante os cinco primeiros anos após a menopausa. "Nesse período, a mulher tem um déficit de estrógeno, chegando a perder 30% do colágeno do organismo", explica a doutora.

Não é possível repor colágeno de dentro para fora

Mito. Existem diversas formas de impulsionar a reposição dessa proteína a partir das células, seja por via oral ou por aplicações minimamente invasivas.

Todos os procedimentos não-cirúrgico feitos com colágeno perdem seu efeito em seis meses

Mito. O tempo de duração dos resultados obtidos por tratamentos estéticos com colágeno podem variar entre si, além de depender do organismo dos pacientes. Mas boa parte dos procedimentos tem longa duração comprovada.

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