Militares perdem embate e temem continuidade da crise no MEC



Militares perdem embate e temem continuidade da crise no MEC
Alexandre Gimenez, do UOL
O professor Abraham Weintraub( terno cinza ). Reunião do Presidente Eleito Jair Bolsonaro com equipe de transição.

A nomeação de Abraham Weintraub para o lugar de Ricardo Vélez no Ministério da Educação foi vista com desconfiança por membros da cúpula militar do governo Jair Bolsonaro. Eles temem a continuidade da crise que paralisou a pasta.
Ala dos generais queria um ministro com mais respaldo político, além de impor derrota ao grupo que defende as ideias do escritor Olavo de Carvalho dentro da administração federal.

Weintraub foi um dos integrantes da equipe do governo de transição comandada pelo atual ministro Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Ele e seu irmão, o advogado Arthur Weintraub - que também integra o governo, como assessor-chefe adjunto da Assessoria Especial do Presidente da República -, participaram da formulação do programa de governo de Bolsonaro na área de Previdência, na equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes.

O novo ministro defende expurgo do "marxismo cultural" na sociedade brasileira: "Se um comunista chega com o "papo nhoim nhoim, xinga", disse Weintraubem encontro promovido por Eduardo Bolsonaro em dezembro do ano passado.
Já Olavo de Carvalho chancelou indicação de novo ministro e cobrou realocação de seus alunos no MEC.

UOL

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.