Delação de Constantino implica Rodrigo Maia, Jucá, Pimentel e Ciro Nogueira

Delação de Constantino implica Rodrigo Maia, Jucá, Pimentel e Ciro Nogueira
METRÓPOLES
Além deles, os tucanos Bruno Araújo e Otávio Leite também teria recebido recursos de um dos proprietários da empresa aérea Gol

O acordo de delação premiada assinado por um dos donos da companhia aérea Gol, Henrique Constantino, implica personagens de relevo na política nacional. Entre eles, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente nacional do MDB, ex-senador Romero Jucá (RR), o senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PI) e o ex-governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT).
Segundo a delação, uma das formas que os políticos se utilizaram para conseguir recursos não declarados foi pela Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear). As informações sobre essas relações entre os políticos, o proprietário da Gol e a Abear são detalhadas no anexo 7 do documento.
São citados também os petistas Marco Maia e Vicente Cândido, os tucanos Otávio Leite e Bruno Araújo, além do aliado de Michel Temer Edinho Araújo, entre outros.
Cândido, inclusive, teria se utilizado de um patrocínio da Liga Brasileira de futebol americano para obter vantagens.
Já no anexo 5, são descritos os benefícios legislativos concedidos ao setor de Aviação Comercial, através do esquema entre Constantino e uma série de políticos. O intermediador dessas atividades, segundo a delação, era Lúcio Funaro.
 Funaro, segundo a delação, se utilizou de um esquema que utilizava contratos fictícios com a empresa do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB-RJ), para garantir vantagens financeiras ao ex-deputado carioca.
Cunha teria se utilizado dessa triangulação para comprar um carro, informou Henrique Constantino ao Ministério Público Federal;
Campanha em MGO ex-governador de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT), que também foi implicado na delação, teria recebido doações não contabilizadas da companhia aérea. Essas ações são descritas no anexo 6 da colaboração premiada.
Ele teria se utilizado de dinheiro oriundo da empresa aérea para obter recursos para a sua campanha ao governo do estado, mas não contabilizou os valores.
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