RUMORES DO IMPEACHMENT – General de Exército Rômulo Bini



RUMORES DO IMPEACHMENT – General de Exército Rômulo Bini


No programa de entrevistas Conversa com Bial, o entrevistador perguntou aos deputados federais Tabata Amaral, Kim Kataguiri e Felipe Rigoni, todos em seu primeiro mandato, se eles tinham ouvido rumores no Congresso Nacional, a respeito de um impeachment contra o presidente Bolsonaro. Todos os três responderam que, de alguma forma, ouviram algo a respeito.

Esses três jovens representantes de nosso povo não vivenciaram, como parlamentares, os dois processos de impeachment, anteriormente conduzidos pelo nosso Legislativo, referentes aos expresidentes Collor e Dilma. Talvez não tiveram conhecimento da postura democrática de nossas Forças Armadas durante os citados impeachment.

Nos dois casos, houve solicitações veladas, por parte de representantes dos envolvidos, para que as Forças Armadas se empenhassem na manutenção do status quo, esvaziando os processos em curso. As solicitações foram rechaçadas e consideradas impróprias.

Não houve, por parte das Forças Armadas, quaisquer atitudes que interferissem no andamento político dos impeachment. Adotaram uma postura de total acatamento em relação às decisões emitidas pelo Legislativo. Entretanto, caso ocorra esse terceiro processo, seria de bom alvitre que oCongresso considerasse o posicionamento das Forças Armadas, sempre aliado com os anseios do nosso povo.

Para esses três jovens parlamentares, um aspecto que será de importância capital nesse sugestionado impeachment é que ele se baseie em fatos concretos e não em criados e manipulados.

Sim, estes últimos, em sua maioria, têm origem, não somente numa imprensa investigativa, nacional e estrangeira, comprometida pelo ordenamento e espectro ideológico de esquerda, bem como por determinados partidos políticos que, além de levarem nosso país à bancarrota econômica, social e política, fizeram com que um desprestígio internacional ímpar viesse comprometer a nação brasileira. Isso, sem contar, opiniões de ex-presidentes, com destaque para aquele que está na prisão.

Essa tem sido, lamentavelmente, a conduta que também se observa em algumas redes sociais com a divulgação de notícias falsas e caluniosas, de toda ordem, atacando frontalmente o presidente Bolsonaro e, indistintamente, integrantes do primeiro escalão de seu governo.

Seria interessante que os nossos representantes políticos observassem o que se passa no cenário político sul-americano, em especial na Venezuela. As Forças Armadas daquele país exercem um papel fundamental no dito “estado democrático” apoiado pelas esquerdas mundiais, atitude que contraria e oprime a maioria do povo venezuelano. O presidente Maduro, tido como “líder democrático” e a sua sustentação militar, tão defendida por esquerdopatas sul-americanos, não devem servir de exemplo para o Brasil e nossas Forças Armadas.

Nesse norte, esses rumores imprudentes e levianos, observados no Congresso Nacional, com vistas a um articulado processo de impeachment do presidente Bolsonaro, podem conduzir a fatos que não representam a verdade desse governo, uma vez que este tem demonstrado total respeito à CF/88 e tem agido de forma ilibada em todas instâncias do Executivo Federal.

Fatos apoiados em base legal duvidosa, infelizmente oriundos de alguns membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, bem como do sistema político vigente, poderão provocar consequências imprevistas e indesejáveis para a nossa sociedade e para a democracia jovem e frágil em que vivemos. Esse cenário de características antidemocráticas, advindas de maquinações e ardis “politicamente corretos” não será compactuado por nossas Forças Armadas, pois elas bem conhecem o caráter íntegro e o acendrado patriotismo de nosso Presidente, recentemente eleito de forma democrática.

Revista Sociedade Militar – Autor: General-de-Exército Rômulo BINI Pereira

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