Racional, inteligente e moderno o Projeto para abertura opcional do comércio aos sábados em Ourinhos



Racional, inteligente e moderno o Projeto para abertura opcional do comércio aos sábados em Ourinhos

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A mudança na legislação criará empregos... Ourinhos... Polo regional, para pessoas inteligentes...   Ourinhos, cidade de futuro!!

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*“Não tem como o funcionário do comércio ser prejudicado com um projeto que visa o progresso e que respeita a legislação trabalhista”, diz Presidente do Sindicato do Sincomércio sobre proposta de abertura do comércio opcional aos sábados até as 17h."*

De acordo com o Presidente do Sindicato do Comércio Patronal e Secretário de Desenvolvimento Econômico, Frednês Correa Leite, não há como o funcionário ser prejudicado pela proposta de abertura opcional do comércio aos sábados até as 17h.

*“A legislação trabalhista prevê 44 horas de trabalho semanal para o funcionário do comércio. Se optar pela abertura até as 17h, o empresário é obrigado a pagar hora extra ou criar turnos. Caso contrário, ele será punido. A legislação trabalhista é rígida e aqui em Ourinhos ela é respeitada. Todos os comerciantes já estão acostumados com este ritmo de trabalho. Essa alteração chega para se modelar a esse momento que o comércio está passando de expansão e desenvolvimento.”*
Para Fred, a proposta é progressista, organiza o calendário anual do comércio, além de ser um grande passo para geração de emprego no município.

*“Com a chegada do shopping, muitas pessoas visitam Ourinhos. Não só da região, mas até do Paraná. É importante que as lojas do comércio central também atendam pelo menos até as 17h de forma padronizada para não haver confusão. É um impulso na economia. E o mais importante é a geração de posto de trabalho”, ressalta Fred.*
De acordo com o Presidente do Sindicato, desde a inauguração do shopping, o número de visitantes aumentou expressivamente. 

*“Precisamos acompanhar o crescimento da cidade. Para ser um município grande é preciso agir como um. E essa alteração não prejudica o trabalhador em nada, pelo contrário, favorece. Sem contar que 97% do nosso comércio se compõe de empresas familiares, onde o comerciante trabalha com o comerciário, então antes de falar de desrespeito, é preciso deixar claro que a legislação trabalhista está aí para isso. Quando há abuso, punir e tomar providências para que seja regularizado”, finaliza o Secretário.*

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