Armas mais baratas para MILITARES e ATIRADORES – Projeto prevê isenção para várias categorias.

Aposentados do INSS podem ficar sem receber se Congresso não liberar verba


11ª Mostra Sérgio Nunes começa nesta quarta (01) com apresentação na Praça dos Burgueses

Seis pessoas são denunciadas por participação em “tribunal do crime”

INSS: Conheça as principais doenças que aposentam e entenda o benefício


1º ação do Tiro de Guerra e Fundo Social arrecada 10 mil peças de roupas para a Campanha do Agasalho


AME DE OURINHOS ESTÁ CADASTRANDO MÉDICOS

Casa Rosa presta mais de 200 atendimentos no primeiro mês de funcionamento

Venezuela: ONU teme conflito, repressão e onda de refugiados

VAGAS DO PAT OURINHOS PARA O DIA 02/05/2019

PROGRAMAÇÃO COMPLETA da 11ª Mostra Sérgio Nunes de Artes Cênicas.

Ex-PM assassino confesso de Jéssyka Laynara é condenado a 21 anos de prisão

Ex-PM assassino confesso de Jéssyka Laynara é condenado a 21 anos de prisão

CORREIO BRAZILIENSE









Ronan Menezes do Rego matou Jéssyka Laynara da Silva Sousa a tiros

(foto: Reprodução)

O júri decidiu pela condenação destes crimes nas seguintes qualificadoras: motivo fútil e recurso que dificultou a defesa das vítimas




Após quase 20 horas de julgamento, o corpo de jurados decidiu pela condenação do ex-policial militar Ronan Menezes do Rego, 28 anos, pelos crimes de feminicídio e ameaça contra Jéssyka Laynara da Silva Souza, 25, além da tentativa de homicídio praticada contra o professor de educação física Pedro Henrique da Silva Torres, 29.

A sentença dos jurados foi lida às 3h26 desta terça-feira (30), pelo juiz Tiago Pinto Oliveira. O magistrado fixou a pena do réu em 21 anos e 9 meses pelos crimes contra as vidas das vítimas. O júri decidiu pela condenação com as seguintes qualificadoras: motivo fútil e recurso que dificultou a defesa das vítimas. Somadas, estas penas podiam chegar a 60 anos.

Pelo delito de ameaça, o magistrado determinou que o ex-PM cumprirá 2 meses e sete dias de detenção. Este crime foi em relação às ameaças cometidas contra Jéssyka. A defesa pode recorrer da decisão. 

A sessão do plenário do Tribunal do Júri de Ceilândia começou por volta das 9h30 de segunda-feira (29/4). Dez testemunhas de acusação prestaram depoimento, sendo seguidas das oito de defesa de Ronan. Todo este processo acabou por volta das 20h30. 

Em seguida, o réu Ronan foi chamado para responder aos questionamentos tanto para acusação, quanto para a própria defesa. Pela primeira vez desde o crime, o ex-policial militar falou sobre o caso. O testemunho durou mais de 3 horas.

Os dois promotores do Ministério Público Kleber Benício Nóbrega e Tiago Fonsêca Moniz tiveram 1h30 para fortalecerem a tese de acusação. O advogado Carlos Eduardo Campos, que atuou como assistente de acusação, também fez questionamentos. A defesa, realizada pela advogada Kelly Felipe Moreira, teve o mesmo tempo para sustentar as alegações. 

Ao final da sustentação, Kelly Moreira pediu ao corpo de jurados que considerassem três opções: a absolvição de Ronan pelos crimes; a desistência pelas qualificadoras dos homicídios consumado e tentado; e; por fim, pelo homicídio privilegiado - alegando que o réu agiu sob forte emoção e injusta provocação das vítimas, uma vez que, em depoimento Ronan afirmou um "embate" verbal antes dos disparos.
 
"Eu sei o que eu fiz. Foi um momento de loucura. Se eu tivesse parado para pensar, jamais tinha feito", disse o réu. O caso aconteceu na tarde de 4 de maio de 2018, na casa onde a vítima morava com a família, na QNO 15. 

CORREIO BRAZILIENSE

Brasil é o 6º país mais perigoso do mundo para jornalistas, diz Unesco


OPORTUNIDADE Governo do Japão oferece bolsas de estudo para brasileiros

*Maior Programa de Recape da história de Ourinhos fará mais de R$ 6 milhões de investimentos na cidade até Julho*


Ordem judicial determina prisão de PMs suspeitos de envolvimento na morte de delegado


CÃOPANHEIRO SBT OURINHOS NA PRAÇA DOS BURGUESES

Etecs divulgam resultado dos pedidos de redução da taxa do Vestibulinho

O rombo de R$ 229 bilhões


O que acontecerá com os funcionários caso os Correios e outras estatais sejam privatizadas

O que acontecerá com os funcionários caso os Correios e outras estatais sejam privatizadas

AGÊNCIA RÁDIO MAIS

Foto: Reprodução


A falta de certezas sobre esse tema aflige as famílias de 500.805 funcionários no Brasil


O presidente Jair Bolsonaro deu sinal verde para a privatização dos Correios e autorizou a realização de estudos para a negociar a estatal com a iniciativa privada. A informação foi confirmada pelo próprio presidente no Twitter.
“Demos OK para estudo da privatização dos Correios. Temos que rememorar para a população o seu fundo de pensão. A empresa foi o início do foco de corrupção com o mensalão, deflagrando o governo mais corrupto da história. Com o Foro de SP destruíram tudo nome da Pátria Bolivariana”, escreveu o presidente.
 

Jair M. Bolsonaro
✔@jairbolsonaro

Demos OK para estudo da privatização dos Correios. Temos que rememorar para a população o seu fundo de pensão. A empresa foi o início do foco de corrupção com o mensalão, deflagrando o governo mais corrupto da história. Com o Foro de SP destruíram tudo em nome da Pátria Bolivariana.
63,3 mil

09:54 - 26 de abr de 2019


A privatização de empresas estatais foi uma das bandeiras de campanha do então candidato Jair Bolsonaro. O capitão do Exército encontrou nas ideias liberais de Paulo Guedes, hoje ministro da Economia, o caminho para reverter a crise econômica dos últimos anos.

O programa de privatizações é ousado e, somente neste ano, o governo espera arrecadar US$ 20 bilhões (cerca de R$ 77 bilhões) com a venda de empresas. Essa, pelo menos, é a expectativa do secretário de Desestatização e Desinvestimentos do Ministério da Economia, Salim Mattar.

Desde janeiro, segundo o secretário, a venda de ativos da Petrobras, desinvestimentos da Caixa Econômica Federal e concessões na área de infraestrutura já renderam US$ 3,433 bilhões para os cofres públicos.






Ao todo, o Brasil conta com 434 empresas estatais. O governo federal, porém, controla apenas 134 delas, 46 de forma direta e 88 de forma indireta.

A expectativa pelas privatizações gera euforia no mercado financeiro e confiança na economia nacional por parte de agentes internacionais. Porém, uma dúvida paira na cabeça de muita gente. O que aconteceria com os funcionários dessas empresas? Os empregados poderão ser demitidos mesmo que tenham passado em concurso público? A falta de certezas sobre esse tema aflige as famílias de 500.805 funcionários no Brasil, de acordo com dados da 8.ª edição do Boletim das Empresas Estatais Federais, divulgada em janeiro deste ano.

O especialista em direito constitucional e professor universitário Marcus Vasconcellos, explica que, por mais que esses funcionários tenham feito concurso, eles podem, sim, ser demitidos das empresas em caso de privatização. Ele ressalta que o regime de contratação de funcionários de estatais é diferente do aplicado a servidores da administração direta, como ministérios, por exemplo.

“Em que pese eles serem admitidos por concurso público, eles não chegam a ter aquela estabilidade prevista na Constituição no artigo 41. Eles, claro, por entrarem por concurso público, têm algumas garantias, mas a estabilidade, esses servidores não tem”, explica. “Então, no caso de uma desestatização, de uma privatização, esses servidores, eles então deixariam de ser servidores de uma empresa estatal e passariam a trabalhar para uma empresa privada”, salienta o especialista.

O atual entendimento jurídico reconhece que os trabalhadores com contratos em regime celetista, ou seja, regulamentado pela CLT, não têm direito a estabilidade. E este é o caso dos funcionários de empresas estatais.

“É importante frisar também que esses empregados de empresas estatais, eles já eram regidos pela CLT. Quando ocorre a privatização, eles vão continuar regidos pela CLT, a única diferença é que ao invés de prestar serviço para uma empresa estatal, ele vai prestar serviço para uma empresa privada”, frisa.

Marcus Vasconcellos explica ainda que a possibilidade de desligamento, porém, não impede que os funcionários demitidos busquem suas garantias na justiça, caso avaliem que tiveram seus direitos prejudicados.

Até igreja pagará novo tributo sobre transação, diz secretário da Receita


Ourinhos mais bonita e bem cuidada

Estudantes das Etecs e Fatecs vão à Agrishow, em Ribeirão Preto